
“Tocar cítara”, “dedilhar”…estas expressões populares para a masturbação feminina descrevem visualmente a técnica básica: um ou dois dedos vibrando sobre um ponto preciso, o clitóris. A sofisticação da sexualidade feminina abre a portas para outras variações.

A partir da revolução sexual, cada vez mais o prazer sexual e a sexualidade se tornaram temas de interesse da pesquisa científica e de discussão na sociedade. Como resultado, técnicas que remontam à Antiguidade passaram a fazer parte da cultura ocidental, com destaque para uma zona erógena “milagrosa”, o ponto G.

Através dos séculos, a sabedoria popular masculina criou as mais extravagantes técnicas para dar variedade ao prazer solitário. Portanto, além do movimento básico de vai e vem de uma mão ao redor do pênis, a masturbação masculina possui quase um número infinito de possibilidades.

A imaginação humana não possui limites quando o assunto é sexo e a prova disto é a grande diversidade de acessórios sexuais inventados desde a Antiguidade para incrementar ou substituir o sexo com um parceiro. Dos consoladores de mármore gregos…

Não somente os homens se masturbam; apesar de ser menos comentada e menos presente na imaginação popular, a masturbação feminina também é uma forma comum de iniciar a vida sexual, de descobrir o próprio corpo e as possibilidades do prazer.

Para as mulheres, é uma fonte de preocupação e um desgostos constante. E absolutamente inevitável. Todos homens se masturbam, mesmo se eles estiverem na mais prazerosa e satisfatória relação sexual e afetiva possível. Será que não sou suficientemente boa?, elas perguntam. Acrescente pornografia à fórmula e à insegurança acrescentamos o potencial de brigas e desentendimentos.